Direito Previdenciário
Advogada previdenciária em Lajeado e no Vale do Taquari
Aposentadoria, BPC/LOAS, auxílio por incapacidade, pensão por morte e benefício negado. Por vídeo, sem sair de casa, ou presencial em Lajeado.
Atendimento individual
Quase todo mundo chega tarde
Quase todo mundo que me procura chega com a mesma frase: “o INSS negou”. E chega tarde.
A parte que poucos sabem é que o momento mais útil para procurar um advogado previdenciário não é depois da negativa — é antes do pedido. A documentação pode ser revisada e corrigida com antecedência. Um vínculo que não consta no seu extrato, um período rural sem comprovação, um recolhimento em atraso: tudo isso tem solução, e a solução leva tempo.
Quando a pessoa chega no dia de se aposentar, com os papéis na mão, esse tempo já acabou.
Cada caso é único, e nem tudo que é bom para uma pessoa será a melhor escolha pra outra — mesmo que o caso seja parecido.
É por isso que eu não trabalho com resposta pronta: o que resolve é olhar o seu histórico, não o histórico médio.
Quem tem direito
É a pergunta que mais chega, e a resposta honesta é: depende do seu histórico, não de o seu caso se parecer com o de outra pessoa. Duas pessoas com a mesma idade e o mesmo tempo de trabalho podem ter direitos diferentes.
Nunca contribuiu para o INSS?
Pode existir direito ao BPC/LOAS, que é um benefício assistencial — não é aposentadoria. É pago a quem tem 65 anos ou mais, ou a pessoa com deficiência, desde que a renda do grupo familiar fique abaixo do limite previsto em lei. Por não ser aposentadoria, funciona com regras próprias: não gera 13º e não se transforma em pensão por morte.
Está doente e quer saber se “essa doença dá aposentadoria”?
Não existe uma lista de doenças que garanta benefício automático. O que a lei avalia é a incapacidade para o trabalho, não o nome do diagnóstico. A mesma doença pode incapacitar uma pessoa e não incapacitar outra, dependendo do que ela faz.
Tem filho com deficiência, inclusive autismo?
O caminho aqui costuma ser o BPC por deficiência, no nome da própria pessoa com deficiência — não uma aposentadoria para os pais. Depende da renda familiar e de uma avaliação que analisa não só o diagnóstico, mas as barreiras que a pessoa enfrenta no dia a dia.
O que trazer
Se a sua dúvida for só uma conversa inicial, não precisa trazer nada. A gente conversa primeiro e organiza os documentos depois.
Se já existe um pedido no INSS, o que mais ajuda é:
- Seu acesso ao Meu INSS — é onde está o seu histórico de contribuições. Com ele eu vejo em minutos o que levaria semanas para reunir no papel.
- Documento de identidade e CPF
- Carteira de trabalho, todas que você tiver, inclusive as antigas
- Se houver processo em andamento: o número do processo
- Se for caso de doença: laudos e exames que você já tenha
Quanto demora
Depende muito, e prefiro dizer a verdade a dar um prazo bonito.
Pedido administrativo no INSS, quando corre bem, leva em torno de quatro meses. Com recurso, alguns meses a mais. Quando é preciso ir à Justiça, pode levar anos.
O que encurta esse tempo não é pressa — é documentação correta desde o começo. Pedido feito com documento faltando volta, e cada volta reinicia a espera.
Prazos que valem dinheiro
Prazo previsto em lei é a única pressa real que existe aqui. Não é argumento de venda: é aritmética.
Pedir atendimento
Vamos combinar um horário.
Leva menos de um minuto. Não peço CPF nem documento, e não é preciso contar seu caso por aqui — isso a gente conversa.
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